Garoto Carioca – Alê Amaral

Carioca, alto astral, simpático e conquistando o mundo aos poucos. Este é Alê Amaral, deejay que recebemos para um papo super descontraído.

Pertencendo a uma nova geração de deejays que estão aquecendo as festas e clubs, Alê Amaral mostra seu potencial realizando através da jovialidade seu estilo vivo, rápido e coordenação musical ímpar. Apresenta desempenho único com muito groove, sendo sempre marcante, animando a pista com muito carisma.


Alê Amaral surpreende sempre ao utilizar não um par de cdj´s e sim três ao mesmo tempo, tendo assim a oportunidade de improvisar e criar ao vivo.

O estilo singular tem inspiração na house music, progressive house, electro house e progressive.

Comecou sua carreira em 1996, posteriormente, a de produtor musical.

Sua carreira teve início em São Paulo, mas logo Alê alcançou outras capitais no Brasil. Já passou por mais de 20 capitais em todo Brasil, tocando nos principais clubes e festas eletrônicas do país.

Passou também por clubes e festas como: Ultralounge, Love-e, Flexx, Disco, Cantho, Blue Space, Josefine, Garage, Velvet Club, Angels Club, Karmabeat, Cocobongo, White Party by Rogério Figueiredo, Pacha e The Week International.

Tocou ao lado de grandes nomes do circuito internacional como Renato Cecin, Eddie Baez, DJ Paulo, Isaac Escalante, Mor Avrahami, Ana Paula, Ronen Mizhari, Mario Calegari, Steven Redant, Dani Toro, entre outros.

Em 2009 estreiou no mercado internacional tocando pela primeira vez no México e na Costa Rica.

Em 2010 Alê se apresentou em duas festas no circuito europeu (Foam Party e Pride BCN), sendo o único deejay brasileiro presente no evento fora os profissionais da Matinee Group e mais recentemente o carioca se apresentou em Clubes na China e no Japão se fortificando no mercado internacional.

Batemos um papo rápido com o bonitão. Confira:

PLUGtronic Como surgiram esses convites pra tocar fora do Brasil?

Alê Amaral Os convites surgiram por conta do relacionamento que tenho com deejays e promoters fora do Brasil, os quais sempre que há oportunidade me indicam.

PLUGtronic Como foram as apresentações no Europa e Ásia e qual a diferença de resposta do público por lá?

Alê Amaral São mercados bem distintos um do outro e ambos diferentes da cena brasileira. Na Europa eu toquei para aproximadamente 1,5 milhão de pessoas em cada festa que me apresentei na primeira edição da BCN Pride e Foam Party. Foi uma emoção muito grande tanto pelo público, quantidade de pessoas e por eu ter alcançado um sonho. Amo house europeu e suas vertentes. Já nos Tigres o comportamento é bem diferente. São, digamos assim, bem alegres (risos) mas retraídos, sempre olhando muito, sorrindo mas sem grandes manifestações.

PLUGtronic Houve necessidade de alguma mudança na história dos teus sets para a apresentação fora do Brasil, já que por lá o som que é ouvido é bem diferente da nossa levada?

Alê Amaral Na Europa eu não tive que mudar nada, mesmo porque quase 80% do meu repertório é de produções européias só que ainda assim eu realizei dois tipos de set: um mais house e tech house na Foam Party e já na Pride eu tive uma pegada mais forte com progressivo, tribal, iberican e algo de house. A resposta em ambos os casos foi perfeita, recebi vários comentários de elogio no meu Facebook depois destas apresentações. Na Ásia foi diferente apesar de serem bem receptíveis às produções do estilo europeu (progressivo, tech house) e algo produzido deste lado ocidental, possuem paixão por divas então tive que manter a minha característica tocando ainda Beyonce, Lady Gaga, Selena Gomez, Rebeka Brown, Nalaya entre outras.

PLUGtronic Seu som é bem diferente do comum em boates. Tem mais produção e menos jogação, digamos assim. De onde vem sua linha de trabalho? Como a música veio parar na sua vida?

Alê Amaral Sim de fato é bem diferente sim e deriva do meu gosto musical, criatividade e também pela pesquisa que fiz sobre qual identidade eu queria ter enquanto deejay. Faz pouco mais de um ano que fui para Europa para estudar um pouco produção musical e entender como eles tocavam então eu estive em festas gls, gayfriendly e para público hétero. Pude perceber que diferentemente do que temos aqui, lá eles estão preocupados em realmente fazer uma festa, contar uma história e ter uma produção incrível e isso me encantou, foi então que procurei entender como que eu poderia criar algo novo e diferente a partir dali. Eu sou amante de música seja ela qual for, quando ando pela rua vou prestando atenção em cada ruído que ouço, num filme uma música me inspira, assim como concertos musicais e os sons emitidos por saxofones, violinos, guitarras, entende? Daí surgiu o desafio: “Como agregar isso nos meus sets de forma harmônica?” Após alguns testes encontrei o ponto certo para seguir no estilo característico que escolhi com toques inusitados e assim surgiu a série de sets “Who I Am” que marcou todo o ano de 2010. Em cada set apliquei um instrumento diferente assim utilizei violino, sax, flauta egípcia, gaita escocesa, batucada de escola de samba e fui criando a personalidade musical pela qual sou reconhecido hoje, sempre trazendo algo diferente além de tocar músicas que são hits fora do país.

Falando sobre música ela sempre esteve presente na minha vida, nos vídeos de criança apareço eu cantando no karaokê que tínhamos em casa, mas o que realmente me fez tornar DJ foi a festa de aniversário de um amigo (Rogério Figueiredo na primeira White Party) foi uma brincadeira despretensiosa que tomou uma proporção gigante na minha vida e trouxe um novo sentido para ela.

Se quiser saber mais sobre esse simpático carioca, você também pode mandar mensagens e seguí-lo no Facebook (Alê Amaral II). Dito isso, vamos escutar um pouco de Alê Amaral.

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